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><channel><title>Blog do Raul &#187; Previdência</title> <atom:link href="http://raul.blog.br/secao/previdencia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://raul.blog.br</link> <description>Espaço Democrático de ideias e debates, com posição social-democrata.</description> <lastBuildDate>Mon, 30 Apr 2012 16:46:15 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator> <xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" /> <item><title>Bolsa Família não é salário!</title><link>http://raul.blog.br/1104/bolsa-familia-nao-e-salario/</link> <comments>http://raul.blog.br/1104/bolsa-familia-nao-e-salario/#comments</comments> <pubDate>Thu, 20 Jan 2011 20:45:23 +0000</pubDate> <dc:creator>Raul Christiano</dc:creator> <category><![CDATA[Economia]]></category> <category><![CDATA[Educação]]></category> <category><![CDATA[FHC]]></category> <category><![CDATA[Governos]]></category> <category><![CDATA[Lula]]></category> <category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category> <category><![CDATA[Política]]></category> <category><![CDATA[Previdência]]></category> <category><![CDATA[Bolsa Família]]></category> <category><![CDATA[IPEA]]></category> <category><![CDATA[Plano Real]]></category> <category><![CDATA[Porta de saída]]></category> <category><![CDATA[Salário]]></category><guid
isPermaLink="false">http://raul.blog.br/?p=1104</guid> <description><![CDATA[Os números divulgados pelo ministério do Trabalho, sobre o desempenho em relação à criação de empregos no Brasil nos dois mandatos do ex-presidente Lula, superam as marcas históricas do país nesse quesito. No período compreendido entre 2003 e 2010, conforme [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><a
href="http://raul.blog.br/1104/bolsa-familia-nao-e-salario/bolsa-familia-compensatoria/" rel="attachment wp-att-1105"><img
src="http://raul.blog.br/wp-content/uploads/2011/01/Bolsa-Familia-Compensatoria-300x168.jpg" alt="" title="Bolsa Familia Compensatoria" width="300" height="168" class="alignleft size-medium wp-image-1105" /></a>Os números divulgados pelo ministério do Trabalho, sobre o desempenho em relação à criação de empregos no Brasil nos dois mandatos do ex-presidente Lula, superam as marcas históricas do país nesse quesito. No período compreendido entre 2003 e 2010, conforme a propaganda do governo federal, 15 milhões de postos de trabalho formais foram criados. Mas esse cenário não é seguro, mesmo com a manutenção dos princípios do Plano Real de estabilidade na economia brasileira, criado e executado pelos ex-presidentes Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso.<br
/> <span
id="more-1104"></span><br
/> Algumas atividades produtivas ressentem a falta de mão de obra qualificada e há setores que equiparam essa constatação a uma forma de apagão de trabalhadores prontos para os desafios novos do mundo desenvolvido. Também não causa surpresa uma pesquisa recente encomendada pelo Ministério do Desenvolvimento Social para saber como estão se comportando os beneficiários dos pagamentos mensais da Bolsa Família.<br
/> <br
/> A chamada “porta de saída” do programa Bolsa Família deveria coincidir com uma preparação dos jovens, principalmente, para as novas possibilidades tecnológicas e de empreendedorismo do mercado de trabalho próximo-futuro. O IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, responsável pelo levantamento mencionado, identificou que entre os beneficiários da Bolsa Família, 75% não têm cobertura da Previdência Social, porque em sua maioria não têm registro em carteira. Isso acontece para não abrir mão do recebimento da renda transferida pelo governo federal.<br
/> <br
/> Ora, isso é muito ruim para o país, porque a Bolsa Família deveria funcionar como uma ponte para a travessia do momento econômico e social difícil das famílias de baixa renda, principalmente daquelas que ainda sobrevivem abaixo da linha da pobreza, para a emancipação e cidadania. A mesma pesquisa expôs que o beneficiário da Bolsa Família é inconstante no emprego: metade dos contratados no mercado formal permanece pouco menos de um ano e 30% perdem os seus empregos em menos de seis meses.<br
/> <br
/> Não chega a 25% o número de recontratados em novas vagas e, dessa maneira, o Brasil cristaliza uma condição social que, se não for modificada com políticas públicas emancipatórias – educação continuada para o trabalho &#8211; pode ficar dependente do Estado até o final de suas vidas. Compreendo a preocupação de muitos em não perder o benefício compensatório de renda, que já funciona como “salário” aos que tinham renda zero. A meu ver, cabe ao ministério do Trabalho intervir no governo federal, propondo a valorização dos salários nas atividades de serviços e produção, que ainda dependem de trabalhadores com baixa qualificação e hoje representam os maiores índices de vagas em aberto.<br
/> <br
/> Precisamos mudar o foco da atenção governamental nas parcelas assistidas pelos programas de renda mínima. A política de dar o peixe e ensinar a pescar não deve ser para sempre. Por isso acho que a área econômica do governo federal, em sintonia com os Estados e Municípios, deve encontrar meios de garantir ao beneficiário da Bolsa Família, que hoje ganha mais com o benefício sem nenhum esforço de contrapartida, uma valorização profissional e salarial mais digna.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://raul.blog.br/1104/bolsa-familia-nao-e-salario/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>4</slash:comments> </item> <item><title>Transparência e justiça com aposentados !</title><link>http://raul.blog.br/582/transparencia-e-justica-com-aposentados/</link> <comments>http://raul.blog.br/582/transparencia-e-justica-com-aposentados/#comments</comments> <pubDate>Sat, 17 Apr 2010 04:49:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Raul Christiano</dc:creator> <category><![CDATA[Blog]]></category> <category><![CDATA[Eleições]]></category> <category><![CDATA[Governos]]></category> <category><![CDATA[Lula]]></category> <category><![CDATA[Movimentos Sociais]]></category> <category><![CDATA[Notí­cias]]></category> <category><![CDATA[Política]]></category> <category><![CDATA[Previdência]]></category> <category><![CDATA[PSDB]]></category> <category><![CDATA[PT]]></category> <category><![CDATA[Aposentadorias]]></category> <category><![CDATA[Aposentados]]></category> <category><![CDATA[DEM]]></category> <category><![CDATA[Desvinculação]]></category> <category><![CDATA[Fator Previdenciário]]></category> <category><![CDATA[Justiça]]></category> <category><![CDATA[PIB de 2008]]></category> <category><![CDATA[Reforma da Previdência]]></category> <category><![CDATA[Transparência]]></category> <category><![CDATA[Zoé]]></category> <category><![CDATA[Zoé Moncorvo]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.raul.blog.br/582/transparencia-e-justica-com-aposentados/</guid> <description><![CDATA[No meio da discuss&#227;o da proposta de reajuste de aposentadorias da Previd&#234;ncia Social (MP 475/09) do atual governo federal do PT emerge a impress&#227;o de que eles continuam insistindo numa divis&#227;o de classes. A falta de consenso entre os parlamentares [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
height="225" alt="" src="http://www.raul.blog.br/wp-content/uploads/2010/Image/aposentados1.jpg" width="300" align="right" border="2" />No meio da discuss&atilde;o da proposta de reajuste de aposentadorias da Previd&ecirc;ncia Social (MP 475/09) do atual governo federal do PT emerge a impress&atilde;o de que eles continuam insistindo numa divis&atilde;o de classes. A falta de consenso entre os parlamentares no Congresso Nacional, muito dos quais preocupados em aparecer melhor na fita, ora defendendo &iacute;ndices que superam bastante os limites que os lulopetistas agora chamam de &quot;respons&aacute;veis&quot;, ora aproveitando a deixa de outros projetos como do&nbsp;novo marco regulat&oacute;rio da explora&ccedil;&atilde;o do petr&oacute;leo e g&aacute;s para comprometer receitas estimadas do futuro para a Previd&ecirc;ncia, alimentam a insatisfa&ccedil;&atilde;o de praticamente todos os quase 26 milh&otilde;es de aposentados. Logo come&ccedil;o a introduzir no debate nacional, uma oportuna proposta de reforma que recebi de Zo&eacute; Moncorvo, uma empres&aacute;ria e estudiosa do assunto.</p><p><span
id="more-582"></span></p><p>Partindo do pressuposto do Minist&eacute;rio&nbsp;do setor, que define a Previd&ecirc;ncia Social como &quot;o seguro social para a pessoa que contribui. Uma institui&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica que tem como objetivo reconhecer e conceder direitos aos seus segurados&quot;, Zo&eacute; Moncorvo concorda com a defini&ccedil;&atilde;o, mas discorda da operacionalidade da Previd&ecirc;ncia. Entretanto essa discuss&atilde;o conceitual passa longe dos debates no Congresso Nacional, importando&nbsp;tentativas de chegar a um ponto de consenso sobre os melhores &iacute;ndices, do que a defini&ccedil;&atilde;o de um projeto nacional que resulte na preserva&ccedil;&atilde;o do patrim&ocirc;nio do trabalhador brasileiro.</p><p>Se tomarmos como refer&ecirc;ncia hist&oacute;rica, o nivelamento por baixo das aposentadorias, que desde o governo Fernando Collor em 1991&nbsp;as desvinculou&nbsp;dos reajustes concedidos ao sal&aacute;rio m&iacute;nimo,&nbsp;n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ignorar a tend&ecirc;ncia de que daqui a algum tempo todos os aposentados ganhar&atilde;o apenas um sal&aacute;rio m&iacute;nimo. Isso porque o atual governo&nbsp;vem refor&ccedil;ando o procedimento de que quem ganha mais de um sal&aacute;rio m&iacute;nimo hoje deve ter um reajuste menor. E isso significa o decreto da fal&ecirc;ncia econ&ocirc;mico-financeira dos aposentados, dado que o governo, a base parlamentar aliada e as centrais sindicais vem firmando sucessivos acordos que mant&eacute;m uma aposentadoria de mis&eacute;ria.</p><p>O clima eleitoral antecipado est&aacute; desnorteando a discuss&atilde;o e o entendimento de um acordo. Nos &uacute;ltimos dias, l&iacute;deres partid&aacute;rios da C&acirc;mara e do Senado v&ecirc;m se reunindo para tentar um reajuste das aposentadorias de valor acima de um sal&aacute;rio m&iacute;nimo, mas n&atilde;o conseguem chegar a um &iacute;ndice consensual. O l&iacute;der do governo Lula e relator da MP, deputado federal C&acirc;ndido Vaccarezza (PT-SP), defende 7% com o apoio do PR, enquanto PDT, PSB e PCdoB querem um reajuste de 7,71%, DEM e PSDB prop&otilde;em cerca de 8,7%, balizados em 100% do PIB de 2008 mais a infla&ccedil;&atilde;o.</p><p>De novo estamos assistindo a um filme antigo sobre a dif&iacute;cil situa&ccedil;&atilde;o dos aposentados em contraposi&ccedil;&atilde;o com os governos. Ao mesmo tempo em que Lula declarava que n&atilde;o havia entre os deputados, um que defendesse mais os interesses dos aposentados e pensionistas que ele pr&oacute;prio. Soou mais uma vez como uma bravata do jeito lulopetista de governar, porque concretamente o atual governo n&atilde;o moveu uma palha para modificar o atual sistema previdenci&aacute;rio.</p><p>As palavras de Vaccarezza, sustentando que o &iacute;ndice de 7% est&aacute; no limite da responsabilidade do governo federal, para quem ganha mais de um sal&aacute;rio, causa surpresa diante dos antecedentes do PT, que sempre foi useiro e vezeiro em propor coisas quase imposs&iacute;veis de serem suportadas pelas contas p&uacute;blicas. Como fazer acontecer o fim da desvincula&ccedil;&atilde;o entre o sal&aacute;rio m&iacute;nimo e as aposentadorias, estendendo o reajuste dado ao m&iacute;nimo, a todos os aposentados? Como repor todas as perdas apontadas desde 1994 e promover uma pol&iacute;tica de valoriza&ccedil;&atilde;o real dos sal&aacute;rios? Como decretar o fim do Fator Previdenci&aacute;rio que estabeleceu aos trabalhadores adiar o m&aacute;ximo poss&iacute;vel a aposentadoria?</p><p>Nada ser&aacute; poss&iacute;vel sem transpar&ecirc;ncia e sem justi&ccedil;a. Zo&eacute; Moncorvo contribui para um debate sobre o futuro da Previd&ecirc;ncia, argumentando sobre a necessidade de que os valores arrecadados dos trabalhadores deveriam ser contabilizados em seus nomes, garantindo que eles soubessem sempre o montante do patrim&ocirc;nio acumulado para seu atendimento nos casos de doen&ccedil;a, invalidez, aposentadoria e para seus dependentes, no caso de morte. Chegou a hora de pensar, formular e considerar que as contribui&ccedil;&otilde;es arrecadadas pela Previd&ecirc;ncia s&atilde;o suficientes para garantir, aos seus segurados, aposentadorias e pens&otilde;es de valores muito superiores aos atualmente pagos.</p><p>O Brasil pode oferecer mais aos aposentados, al&eacute;m do respeito e da dignidade esquecidos hoje.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://raul.blog.br/582/transparencia-e-justica-com-aposentados/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>6</slash:comments> </item> <item><title>Luz para os aposentados !</title><link>http://raul.blog.br/413/luz-para-os-aposentados/</link> <comments>http://raul.blog.br/413/luz-para-os-aposentados/#comments</comments> <pubDate>Sun, 15 Nov 2009 22:49:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Raul Christiano</dc:creator> <category><![CDATA[Blog]]></category> <category><![CDATA[Previdência]]></category><guid
isPermaLink="false">http://www.raul.blog.br/413/luz-para-os-aposentados/</guid> <description><![CDATA[Sou a favor de uma vida mais digna para todos os aposentados. Sempre achei injusto um cidad&#227;o trabalhar uma vida inteira para conseguir sobreviver e quando pode se dedicar com liberdade aos desejos pessoais fica recluso em casa ou &#233; [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
height="169" alt="" src="http://www.raul.blog.br/wp-content/uploads/2010/Image/aposentados.jpg" width="265" align="left" border="2" />Sou a favor de uma vida mais digna para todos os aposentados. Sempre achei injusto um cidad&atilde;o trabalhar uma vida inteira para conseguir sobreviver e quando pode se dedicar com liberdade aos desejos pessoais fica recluso em casa ou &eacute; expulso dela porque n&atilde;o conseguiu comprar uma antes ou n&atilde;o consegue pagar os pr&oacute;prios alugu&eacute;is. Faz tempo que o Brasil n&atilde;o d&aacute; a devida aten&ccedil;&atilde;o para os aposentados e muitas vezes olham para eles como se fossem um estorvo.&nbsp;Parlamentares e governos precisam encontrar logo uma sa&iacute;da.</p><p><span
id="more-413"></span></p><p>A Previd&ecirc;ncia Social acumula d&eacute;ficit de R$ 29,9 bilh&otilde;es de janeiro a agosto, segundo dados divulgados pelo ministro da Previd&ecirc;ncia, Jos&eacute; Pimentel. O fluxo de caixa no m&ecirc;s de agosto, por exemplo, indica que a arrecada&ccedil;&atilde;o foi de R$ 14,4 milh&otilde;es enquanto a despesa com benef&iacute;cios foi de R$ 19,5 milh&otilde;es. Essa conta negativa evidencia um d&eacute;ficit e faz a previd&ecirc;ncia recorrer &agrave;s reservas, dificultando novos reajustes.</p><p>Faz muito tempo que os recursos da previd&ecirc;ncia foram utilizados pelos governos para muitas outras atividades, impulsionando o rombo nas suas contas. A equa&ccedil;&atilde;o &eacute; simples: anteriormente havia um n&uacute;mero maior de contribuintes da carteira previdenci&aacute;ria e o pa&iacute;s n&atilde;o se preparou para a hora em que milhares de trabalhadores da ativa mudariam de condi&ccedil;&atilde;o.</p><p>O PT honestamente falhou para resolver no passado essa quest&atilde;o, porque quando os governos anteriores a Lula agendavam uma discuss&atilde;o sobre o tema, esse partido era o primeiro a levantar bandeiras imposs&iacute;veis e demag&oacute;gicas. Agora faz de conta que nunca antes se comportou dessa maneira. E nesse ponto acho que a coer&ecirc;ncia n&atilde;o pode ser abandonada, mesmo quando h&aacute; necessidade de dizer um n&atilde;o negociado ao inv&eacute;s de um sim que voc&ecirc; n&atilde;o re&uacute;ne qualquer condi&ccedil;&atilde;o de atender. M&aacute;rio Covas ensinava isso, mas muitos agem pelo contr&aacute;rio, inconsequentes como foi e tem sido o PT.</p><p>O governo Lula est&aacute; empurrando com a barriga o temas &quot;Previd&ecirc;ncia&quot; e &quot;aposentados&quot;. Por isso n&atilde;o quer nem ouvir falar dos projetos no Congresso Nacional que aumentam as despesas da Previd&ecirc;ncia, como o que vincula os aumentos de todas as aposentadorias ao sal&aacute;rio m&iacute;nimo e o que p&otilde;e fim ao fator previdenci&aacute;rio, criado com a finalidade de reduzir o valor dos benef&iacute;cios no momento de sua concess&atilde;o, de maneira inversamente proporcional &agrave; idade de aposentadoria do segurado.</p><p>Na oposi&ccedil;&atilde;o o PT nunca se preocupou com &quot;o limite do respons&aacute;vel e do sustent&aacute;vel ao longo dos anos&quot;. Prometiam um mundo novo que jamais teriam condi&ccedil;&otilde;es de entregar. Seguindo esse racioc&iacute;nio, l&oacute;gico seria que um governo do PT, que sempre defendeu a vincula&ccedil;&atilde;o das pens&otilde;es ao sal&aacute;rio m&iacute;nimo, soubesse de onde extra&iacute;ria os recursos necess&aacute;rios para realizar as suas velhas promessas.</p><p>Sobra ent&atilde;o a situa&ccedil;&atilde;o de pen&uacute;ria para aqueles que sempre ajudaram o pa&iacute;s a se desenvolver e n&atilde;o tem culpa pela incompet&ecirc;ncia de gest&atilde;o que remonta d&eacute;cadas. Para valer a demagogia petista dos palanques, o nosso sistema previdenci&aacute;rio n&atilde;o aguentaria. Mas o pior &eacute; que at&eacute; agora o governo do PT n&atilde;o apresenta uma proposta que responda ao equilibrio das car&ecirc;ncias dos benefici&aacute;rios, para aproximar mais os seus ganhos atuais da realidade econ&ocirc;mica. N&atilde;o apresenta porque n&atilde;o quer desagradar os aposentados e fica criando subterf&uacute;gios, incluindo mais essa conta nas potencializadas riquezas do pr&eacute;-sal, a exemplo da educa&ccedil;&atilde;o e da sa&uacute;de de primeiro mundo no futuro, do Grande PAC Brasil e da elei&ccedil;&atilde;o de Dilma Rousseff.</p><p>F&aacute;bio Gambiagi fez uma an&aacute;lise profunda sobre a press&atilde;o do sal&aacute;rio m&iacute;nimo sobre a previd&ecirc;ncia e deixou algumas quest&otilde;es, como: &quot;Quanto tempo mais o pa&iacute;s ir&aacute; manter a pol&iacute;tica de aumentos do piso previdenci&aacute;rio? Os pol&iacute;ticos t&ecirc;m a palavra. Este ano e no pr&oacute;ximo, o SM e o piso previdenci&aacute;rio, em termos reais, estar&atilde;o aumentando mais de 5% ao ano. &Eacute; &oacute;bvio que essa &eacute; uma decis&atilde;o que j&aacute; est&aacute; tomada e deve ser cumprida. Na pr&oacute;xima d&eacute;cada, por&eacute;m, se o SM continuar a crescer nessa velocidade, a despesa do INSS cresceria em torno de 6,0% todos os anos. Se o PIB crescer 4,5% ao ano, o gasto do INSS, que em 2010 dever&aacute; ser da ordem de 7,5% do PIB, alcan&ccedil;aria 8,6% do PIB 10 anos depois. Lembremos que o investimento do governo &eacute; hoje de 1% do PIB. O pa&iacute;s pode n&atilde;o fazer nada. O risco, nesse caso, &eacute; que em 2020 n&atilde;o sobre nada para investir. O pr&oacute;ximo presidente ter&aacute; provavelmente que propor algo a esse respeito.&quot;</p><p>Afinal, qual &eacute; mesmo a proposta real do governo do PT para todos aqueles que j&aacute; fazem parte da hist&oacute;ria do Brasil, por seus suores e contribui&ccedil;&otilde;es ? M&atilde;os &agrave; obra !</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://raul.blog.br/413/luz-para-os-aposentados/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>23</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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